Confira abaixo 10 dicas essenciais para quem trabalha ou pretende trabalhar com design. Os conselhos foram inspirados num texto semelhante do arquiteto norte-americano Michael McDonough, publicado originalmente na The Architect's Newspaper.
1. Talento não é tudoTalento é importante em qualquer profissão, mas também não é garantia de sucesso. Trabalho duro e sorte são fatores igualmente essenciais. Na verdade, se você não é muito talentoso, pode ainda se dar bem se investir nos outros dois fatores - não me pergunte como investir na sua sorte, tente um guru.
2. A maior parte do trabalho é um saco.Na faculdade pode parecer que todo o trabalho do designer é super-legal. Já na vida real, na maioria do tempo temos que mexer com papelada, rascunhar coisas chatas, checar fatos, negociar, vender, juntar dinheiro, pagar taxas, e por aí vai. Se você não aprender a gostar do trabalho chato, nunca terá sucesso.
3. Se tudo é igualmente importante, então nada é realmente importante.Quais dessas máximas um designer deve seguir: "não se atenha apenas aos detalhes" ou "Deus está nos detalhes"? A palavra de ordem deve ser hierarquia. Tudo é importante, sim. Mas algumas coisas são mais do que outras.
4. Não pense demasiadamente num problema. Designers são obsessivos por natureza. Não tente prolongar ou complicar um problema quando você já tiver a solução. Bola para frente!
5. Comece com o que você sabe. Na língua do design isso significa "desenhe o que você sabe". Comece pelo começo: coloque no papel, ou tela, aquilo que você sabe e compreende. Depois, trabalhe sobre o que desconhece, resolvendo as questões complexas e removendo-as uma por uma. Todo designer deveria seguir esse princípio.
6. Não esqueça seu objetivo. Estudantes e jovens designers geralmente encontram soluções brilhantes para os problemas, mas na seqüência acabam perdendo o foco e despendendo esforços em vão. Um pensamento original é um presente dos deuses, principalmente quando você se atém a seu objetivo.
7. Equilibre seu ego. Excesso de confiança é tão prejudicial quanto baixa auto-estima. Seja humilde ao lidar com um problema. Identifique e aceite sua ignorância. Não abuse de seu poder de criar coisas, nem subestime suas dificuldades, caso contrário você poderá ser surpreendido - e não será uma surpresa agradável.
8. Defenda suas idéias ou "de boas intenções o inferno está cheio". Inovação e idéias brilhantes vão contra a natureza do contrato social. Para que elas sejam bem-sucedidas você terá que defendê-las e terá que envidar grandes esforços. Entretanto, a maioria fracassa. Prepare-se para trabalhar duro, prepare-se para falhar algumas vezes e também para ser rejeitado. O trabalho do designer tem muito em comum com as artes marciais: assim como um judoca no tatame, você nunca deve subestimar seu oponente. E se você acredita na excelência e na criatividade, seus oponentes serão inúmeros.
9. Resultado. Não importa o quão eficaz são suas habilidades diante de um computador, o quão brilhante é a sua escrita ou o quão excepcional qualquer habilidade sua é; se você não conseguir vinculá-las ao resultado, basicamente elas não existirão. Resultados. Lembre-se disso: vincule suas habilidades aos resultados.
10. O resto do mundo é importante. Se você espera realizar alguma coisa em sua vida, você vai inevitavelmente precisar de todas aquelas pessoas que você odiava no colegial e na faculdade. Um terno não faz de você um gênio. Não importa o quão espetacular é o seu design: alguém terá que construir ou manufaturar a peça para você. Alguém terá que assegurá-la. Alguém terá que comprá-la. Respeite todas essas pessoas. Afinal, você precisa delas.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Mulheres de Atenas
Começou no Rio essa semana as gravações para o longa inspirado em romance de Chico Buarque e que também terá cenas na Hungria, "Chico homenageia a palavra neste livro. Senti medo de trair o universo que criou, então tive cuidado. Ele é generoso e ajudou muito", conta Rita Buzzar, que assina o roteiro, é aquela mesma de Olga, o diretor escolhido por ela e Chico é Walter Carvalho, a estréia está prevista para o final de 2008 ou começo de 2009. E como estava com outro texto pronto , que também fala da incrível obra de Chico Buarque de Holanda...
Mulheres de Atenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Vivem pros seus maridos
Orgulho e raça de Atenas
Quando amadas se perfumam
Se banham com leite, se arrumam
Suas melenas
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem imploram
Mais duras penas, cadenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos
Poder e força de Atenas
Quando eles embarcam soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam, sedentos
Querem arrancar, violentos
Carícias plenas, obcenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Despem-se pros maridos
Bravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar um carinho
De outras falenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas, Helenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Geram pros seus maridos
Os novos filhos de Atenas
Elas não tem gosto ou vontade
Nem defeito, nem qualidade
Têm medo apenas
Não tem sonhos, só tem presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas sirenas, morenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Temem por seus maridos
Heróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadas
E as gestantes abandonadas não fazem cenas
Vestem-se de negro, se encolhem
Se conformam e se recolhem
As suas novenas
Serenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos
Orgulho e raça de Atenas
Aspectos atenienses e alguns episódios e personagens da mitologia grega, com menções ao trabalho de Homero, em Ilíada e Odisséia. Penélope, a espera do seu marido que sai para a guerra, que a todos davam como morto, e prometeu escolher outro marido só apos tecer um grande e interminável tear que ela desmancha na noite. Já a segunda menção é a Helena, filha de Zeus, considerada a mulher mais bela do Mundo, e a causa da Guerra de Tróia.
A letra chama a atenção àquelas mulheres que ainda vivem e secam por seus maridos, e muitos leitores desinformados até mesmos feministas acabam acreditando que a faz apologia a subversão feminina, mas é total falta de informação, que não entenderam a inteligente ironia de Chico.
Fontes no site Mundo Cultural
Mulheres de Atenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Vivem pros seus maridos
Orgulho e raça de Atenas
Quando amadas se perfumam
Se banham com leite, se arrumam
Suas melenas
Quando fustigadas não choram
Se ajoelham, pedem imploram
Mais duras penas, cadenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Sofrem pros seus maridos
Poder e força de Atenas
Quando eles embarcam soldados
Elas tecem longos bordados
Mil quarentenas
E quando eles voltam, sedentos
Querem arrancar, violentos
Carícias plenas, obcenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Despem-se pros maridos
Bravos guerreiros de Atenas
Quando eles se entopem de vinho
Costumam buscar um carinho
De outras falenas
Mas no fim da noite, aos pedaços
Quase sempre voltam pros braços
De suas pequenas, Helenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Geram pros seus maridos
Os novos filhos de Atenas
Elas não tem gosto ou vontade
Nem defeito, nem qualidade
Têm medo apenas
Não tem sonhos, só tem presságios
O seu homem, mares, naufrágios
Lindas sirenas, morenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Temem por seus maridos
Heróis e amantes de Atenas
As jovens viúvas marcadas
E as gestantes abandonadas não fazem cenas
Vestem-se de negro, se encolhem
Se conformam e se recolhem
As suas novenas
Serenas
Mirem-se no exemplo
Daquelas mulheres de Atenas
Secam por seus maridos
Orgulho e raça de Atenas
Aspectos atenienses e alguns episódios e personagens da mitologia grega, com menções ao trabalho de Homero, em Ilíada e Odisséia. Penélope, a espera do seu marido que sai para a guerra, que a todos davam como morto, e prometeu escolher outro marido só apos tecer um grande e interminável tear que ela desmancha na noite. Já a segunda menção é a Helena, filha de Zeus, considerada a mulher mais bela do Mundo, e a causa da Guerra de Tróia.
A letra chama a atenção àquelas mulheres que ainda vivem e secam por seus maridos, e muitos leitores desinformados até mesmos feministas acabam acreditando que a faz apologia a subversão feminina, mas é total falta de informação, que não entenderam a inteligente ironia de Chico.
Fontes no site Mundo Cultural
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Amelística

Uma menina, que se sentia sozinha quando criança. Seu pai era medico e achava que ela tinha um problema no coração, não era pra menos todas as vezes que ele ia examina-la seu coração disparava, não que ela tivesse uma arritmia cardíaca, mas se emocionava com o seu toque, que era raro.
Ela cresceu e continuava sozinha, era diferente, e como era, ela sabia dar valor nas pequenas coisas, tinha seus prazeres um tanto estranho, ou melhor, ela tinha prazeres que todos tinham, mas nunca falavam. Ao encontrar uma caixinha com brinquedos que uma criança havia escondido em seu apartamento há muito tempo atrás, sua vida até então sem sentido ganha um novo propósito, encontrar o dono daquela caixinha mágica.
Começou a viver um amor louco; ai que lindo era esse amor, que já era amor antes mesmo de se conhecerem. Eles se procuravam, mas não se achavam, eles sonhavam, mas pouco viviam, mas como toda linda e louca historia eles se encontraram, e foram felizes para sempre, ou até o final do filme.
Sua filosofia é graciosa ‘Quando o dedo aponta para o céu, o imbecil olha para o dedo’.

Um tanto clichê pode parecer essa historia, mas sempre que vejo me encanto, estou falando do Fabuloso Destino Amelie Poulain (mais uma vez), e o por que já irei explicar, nesses últimos dias tenho vivido meus prazeres amelísticos. Sim, é um neologismo, nenhum dicionário conseguiria explicar, mas eu estou vivendo os tais.
Vejo nos pequenos atos, os maiores símbolos de amor, as melhores fotografias com a melhor canção como trilha, e tudo começa representar algo muito maior.
Meus prazeres não são os da massa, eu saio sozinha, eu piso em poças d’água e dou risada, eu ainda não encontrei meu Nino( o “ele” relatado acima), mas já tiro minhas fotografias de desconhecidos, principalmente de seus pés; tenho minha coleção de tecido; viajo em meus pensamentos; faço minhas traquinagens que só as vezes são cruéis; agora eu também quero ser mímica e já quis ser farol(não sei explicar como); já fiz um quadro pra posteridade e não posso esquecer da vontade que eu tinha de montar uma banda, quem sabe até morrer de overdose, e depois de tudo isso hoje sou considerada a estranha da vizinhança, não consigo entender o porque.
Não sei se sei qual o meu objetivo na Terra, mas por enquanto já sei o que me faz feliz.
Por isso estou afrouxando alguns laços e reforçando outros, talvez essa seja a única explicação para, desculpe as palavras, foda-se meu passado, e enfiem essa merda de futuro prometido no...
Ela cresceu e continuava sozinha, era diferente, e como era, ela sabia dar valor nas pequenas coisas, tinha seus prazeres um tanto estranho, ou melhor, ela tinha prazeres que todos tinham, mas nunca falavam. Ao encontrar uma caixinha com brinquedos que uma criança havia escondido em seu apartamento há muito tempo atrás, sua vida até então sem sentido ganha um novo propósito, encontrar o dono daquela caixinha mágica.
Começou a viver um amor louco; ai que lindo era esse amor, que já era amor antes mesmo de se conhecerem. Eles se procuravam, mas não se achavam, eles sonhavam, mas pouco viviam, mas como toda linda e louca historia eles se encontraram, e foram felizes para sempre, ou até o final do filme.
Sua filosofia é graciosa ‘Quando o dedo aponta para o céu, o imbecil olha para o dedo’.

Um tanto clichê pode parecer essa historia, mas sempre que vejo me encanto, estou falando do Fabuloso Destino Amelie Poulain (mais uma vez), e o por que já irei explicar, nesses últimos dias tenho vivido meus prazeres amelísticos. Sim, é um neologismo, nenhum dicionário conseguiria explicar, mas eu estou vivendo os tais.
Vejo nos pequenos atos, os maiores símbolos de amor, as melhores fotografias com a melhor canção como trilha, e tudo começa representar algo muito maior.
Meus prazeres não são os da massa, eu saio sozinha, eu piso em poças d’água e dou risada, eu ainda não encontrei meu Nino( o “ele” relatado acima), mas já tiro minhas fotografias de desconhecidos, principalmente de seus pés; tenho minha coleção de tecido; viajo em meus pensamentos; faço minhas traquinagens que só as vezes são cruéis; agora eu também quero ser mímica e já quis ser farol(não sei explicar como); já fiz um quadro pra posteridade e não posso esquecer da vontade que eu tinha de montar uma banda, quem sabe até morrer de overdose, e depois de tudo isso hoje sou considerada a estranha da vizinhança, não consigo entender o porque.
Não sei se sei qual o meu objetivo na Terra, mas por enquanto já sei o que me faz feliz.
Por isso estou afrouxando alguns laços e reforçando outros, talvez essa seja a única explicação para, desculpe as palavras, foda-se meu passado, e enfiem essa merda de futuro prometido no...
E esse é meu presente amelístico...
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Fotografia
Quero comentar três trabalhos sendo que dois estão em exposição em São Paulo e o terceiro tem o trabalho exposto na internet.
Em um tempo que as imagens são banalizadas pelas imagens digitais uma exposição com fotos de uma das mais belas mulheres está em cartaz, Marilyn Monroe seis semanas antes de sua morte tiradas por Bert Stern, já passou pelo MAM do Rio de Janeiro e agora está na Galeria Estação em Pinheiros de 26 de janeiro a 23 de março de terça a domingo, das 11hrs às 19hrs- sábados das 11hrs às 15hrs, e o preço varia de R$10 á R$5.
Outra que estréia essa semana é o trabalho de David Lachapelle, que se tornou famoso no mundo inteiro por fotografar celebridades em situações inusitadas. Fotografias muito coloridas, irreverentes e surrealistas a exposição "Heaven to Hell: Belezas e Desastres", poderá ser vista no Mube- Jardim Europa, de terça a domingo, das 10h às 19h, de 24 de janeiro a 5 de fevereiro.
A ultima é de um dos meus prediletos artistas contemporâneos, Jesh de Rox, seu trabalho é gracioso e ao visitar sua página, ver suas fotografias e escutar na trilha sonora chega a comover, o link está em meus prediletos aqui no “psicodélico.a”.
Vou colocar um trabalho de cada artista e espero que cause a mesma curiosidade que estou para visitar essas exposições.
Bert Stern
David Lachapelle
Jesh de Rox
Em um tempo que as imagens são banalizadas pelas imagens digitais uma exposição com fotos de uma das mais belas mulheres está em cartaz, Marilyn Monroe seis semanas antes de sua morte tiradas por Bert Stern, já passou pelo MAM do Rio de Janeiro e agora está na Galeria Estação em Pinheiros de 26 de janeiro a 23 de março de terça a domingo, das 11hrs às 19hrs- sábados das 11hrs às 15hrs, e o preço varia de R$10 á R$5.
Outra que estréia essa semana é o trabalho de David Lachapelle, que se tornou famoso no mundo inteiro por fotografar celebridades em situações inusitadas. Fotografias muito coloridas, irreverentes e surrealistas a exposição "Heaven to Hell: Belezas e Desastres", poderá ser vista no Mube- Jardim Europa, de terça a domingo, das 10h às 19h, de 24 de janeiro a 5 de fevereiro.
A ultima é de um dos meus prediletos artistas contemporâneos, Jesh de Rox, seu trabalho é gracioso e ao visitar sua página, ver suas fotografias e escutar na trilha sonora chega a comover, o link está em meus prediletos aqui no “psicodélico.a”.
Vou colocar um trabalho de cada artista e espero que cause a mesma curiosidade que estou para visitar essas exposições.
Bert Stern
David Lachapelle
Jesh de Rox
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Paulistana
É aniversario de São Paulo, e vou falar de um trabalho fotográfico(mais uma vez).German Lorca nasceu em 1922, é paulistano do Brás. No final da década de 40, trocou a contabilidade pela fotografia e, se não fosse a sua paixão, muitos ângulos da cidade ficariam sem memória. “Há vistas da cidade que registrei que não poderão ser refeitas de nenhum ângulo. São irrecuperáveis”, diz. Lorca foi o fotógrafo oficial do Quarto Centenário de São Paulo. “A vista da Faculdade de Direito não é mais a mesma. Também o prédio de onde fotografei foi demolido”.Lorca foi um dos primeiros fotógrafos brasileiros a ganhar espaço no circuito dos museus de arte no Brasil. Em 1952, fez uma exposição individual no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, no ano seguinte expôs na Sala Especial de Fotografia da 2a Bienal de São Paulo, organizada por Geraldo de Barros, e, em 1967, integrou a 9a Bienal Internacional de São Paulo, quando, pela primeira vez, a fotografia foi admitida oficialmente nesse evento.Conquistou vários prêmios nesta área como Medalha ao Mérito (1961) e Menção Honrosa (1962) concedidos pelo Art Directors Club de Miami (Estados Unidos) e Prêmio Colunistas (1986 e 1989) da revista Meio & Mensagem, entre outros. Em 1966 construiu um dos maiores estúdios de fotografia publicitária de São Paulo. Paralelamente, sempre desenvolveu trabalhos de expressão pessoal em fotografia e registrou as transformações da cidade de São Paulo ao longo do século 20.Foi fotógrafo oficial das comemorações do IV Centenário da Cidade de São Paulo (1954), colocarei algumas aqui. 




Meu pai e minha avó estavam nessa festa, em que aviões lançavam uma chuva de papeis prateados, que minha avó guardou mas se perderam com sua morte.
Tem mais, onde ir
Cinemateca de São Paulo
Coleção de Artes Visuais- IEB- USP
Estação Ciência
Fundação Maria Luisa e Oscar Americano
Memorial da América Latina
Casa Das Rosas
Memorial do Imigrante
Museu Banespa
Museu Botânico Dr João Barbosa Rodrigues
Museu contemporâneo das Invenções
Museu da Casa Brasileira
Museu da educação e do Brinquedo -USP
Museu de Arte Sacra de São Paulo
Museu de Farmácias -USP
Museu de geociências
Museu de Zoologia
Museu do Ipiranga da USP (museu paulista)
Museu do relógio
Museu Histórico Beato José de Anchieta
Museu Lasar Segall
Pinacoteca do Estado
Resumão
Infelizmente eu dependo da junção tempo e computador funcionando, e esses dois essa semana falharam comigo, por isso a demora para as postagens, então farei um resumão, citando só os melhores momentos, desses últimos dias.
Lindas são as peças da Huis Clos, o clima retro, os chapeis, a cartela de cores que foi predominante cinza e a Triton apostando no clima colegial tem uns casaquinhos de lã muito lindinhos, e como um bom colegial o romantismo também esteve presente.
No sábado só irei comentar um desfile que para mim foi o que mais marcou, foi a criatividade do estilista André Lima de fazer formas inusitadas com tecidos, a arranjos nos cabelos dos modelos.
Seria impossível dizer que no domingo a Cavalera roubou a cena com o seu desfile-protesto, comentários como: "pra que?" ou "os modelos pareciam zumbis", eu escutei, só tenho uma resposta em devesa da marca, modelo não tem só a função de vestir uma peça e andar de um lado para o outro, o modelo também é um ator, que interpreta o que o estilista quis mostrar na coleção, e para o a primeira pergunta, é que a moda não está só nas passarelas da Bienal, e acho incrível, tirar um pouco os desfiles desse meio, a mistura e a diferença é o que há.
Mas meu predileto de domingo foi uma outra marca que usou como tema "As ladras Aristocratas", a grife Neon apostou transparências e o clima anos 60.
Na segunda um dos meus prediletos brazucas a grife Do Estilista de Marcelo Sommer, colorido como quase sempre, e um desfile ao ar livre com musica ao vivo de Arnaldo Antunes.
E fica por aqui, e tudo volta ao normal e ninguém e nenhum programa de tv vai filmar o que está tendo na Bienal, só daqui seis meses na coleção primavera/verão.
Lindas são as peças da Huis Clos, o clima retro, os chapeis, a cartela de cores que foi predominante cinza e a Triton apostando no clima colegial tem uns casaquinhos de lã muito lindinhos, e como um bom colegial o romantismo também esteve presente.
No sábado só irei comentar um desfile que para mim foi o que mais marcou, foi a criatividade do estilista André Lima de fazer formas inusitadas com tecidos, a arranjos nos cabelos dos modelos.
Seria impossível dizer que no domingo a Cavalera roubou a cena com o seu desfile-protesto, comentários como: "pra que?" ou "os modelos pareciam zumbis", eu escutei, só tenho uma resposta em devesa da marca, modelo não tem só a função de vestir uma peça e andar de um lado para o outro, o modelo também é um ator, que interpreta o que o estilista quis mostrar na coleção, e para o a primeira pergunta, é que a moda não está só nas passarelas da Bienal, e acho incrível, tirar um pouco os desfiles desse meio, a mistura e a diferença é o que há.
Mas meu predileto de domingo foi uma outra marca que usou como tema "As ladras Aristocratas", a grife Neon apostou transparências e o clima anos 60.
Na segunda um dos meus prediletos brazucas a grife Do Estilista de Marcelo Sommer, colorido como quase sempre, e um desfile ao ar livre com musica ao vivo de Arnaldo Antunes.
E fica por aqui, e tudo volta ao normal e ninguém e nenhum programa de tv vai filmar o que está tendo na Bienal, só daqui seis meses na coleção primavera/verão.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
E no segundo dia...
Os anos 70 foram muito bem revistado por Tereza Santos, babados e franjas e o caminho ao contrario usando coletes de pele. Cardigã virou vestido, virou bolsa e pareceu na sua forma real também, essa peça foi à inspiração da Maria Bonita, que eram de tricô, xadrez, material de capa de chuva, rabiscados e em muitas outras maneiras, a trilha sonora ficou por conta de Adriana Calcanhoto, que cantou e tocou violoncelo ao vivo.
A Animale trouxe a top numero um segundo um site especializado, a gaúcha Raquel Zimmermann, a cultura oriental foi à inspiração e apareceu nas golas de quimono, peças com um ótimo corte e muito femininas. Trazendo a topografia, Jefferson Kulig mostra a sua biodiversidade, brincando com as cores neutras que se misturam com amarelo, violeta e vermelho.
A Zoomp que tem a direção artística de Alexandre Herchcovicth, que por sua vez propôs um esportista do futuro, com um pezinho no vintage, o estilista brincou sutilmente com peças mais justas e outra nem tanto. Já a brincadeira da V.Rom não foi nada sutil, alguns modelos usava chapeis da guarda real britânica e outros com o rosto totalmente coberto, lembrando radicais talibãs. Com uma coleção baseada em um clássico literário Admirável Mundo Novo, misturando o selvagem e o urbano.
A Animale trouxe a top numero um segundo um site especializado, a gaúcha Raquel Zimmermann, a cultura oriental foi à inspiração e apareceu nas golas de quimono, peças com um ótimo corte e muito femininas. Trazendo a topografia, Jefferson Kulig mostra a sua biodiversidade, brincando com as cores neutras que se misturam com amarelo, violeta e vermelho.
A Zoomp que tem a direção artística de Alexandre Herchcovicth, que por sua vez propôs um esportista do futuro, com um pezinho no vintage, o estilista brincou sutilmente com peças mais justas e outra nem tanto. Já a brincadeira da V.Rom não foi nada sutil, alguns modelos usava chapeis da guarda real britânica e outros com o rosto totalmente coberto, lembrando radicais talibãs. Com uma coleção baseada em um clássico literário Admirável Mundo Novo, misturando o selvagem e o urbano.
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